Apetece-me tanto desistir. tanto tanto tanto tanto tanto tanto tanto tanto tanto.
Apetece-me chorar, berrar, chamar-te. Queria que o tempo parasse e que eu me teletransporta-se para onde estavas. No mundo inteiro apenas tu e eu estavamos livres. Aí dizia-te tudo. O que me vai na alma, o que sinto. Aquilo que neste momento está preso na garganta e não consegue sair. Mesmo que não quisesses ao menos beijava-te e sentia o sabor da tua boca. Mesmo que fosse o primeiro e o último beijo que te desse. Pode ser que te envolvesses e me pousasses as mãos na cintura pela primeira vez. Ou pode ser que me empurres para trás e que faças cara de nojo. Qualquer coisa servia.
Mas não. Como tu disses-te 'gosto de deixar as raparigas à espera'
Achas piada nao achas? pois olha que eu não. e como eu, outras tantas que andam atrás de ti.
Eu babo-me por ti, sorrio com qualquer coisa que digas e simplesmente, não páro de olhar para ti.
Pára de ser assim. Eu sei que já percebes-te mas depois dessa frase acho mesmo que me manténs na incerteza e não sabes como isso é. Porque a ti, ninguém te deixa à espera. Tens sempre. Reserva atrás de reserva.
preciso de ti será que não percebes? preciso de beijinhos, abraços. preciso de ser assediada e apreciada. preciso de saber que gostas de mim como eu gosto de ti e de sentir as tuas maos na minha cintura.
só preciso de ti, todo meu.
percorro o meu caminho por cima das tuas pegadas
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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