Amor? Já procurei o significado na internet, encicolpédias, em tudo que seja escrito. E em todos eles diz que é sinónimo de alegria e felicidade.
Mas, como os actos valem mais que as palavras comecei por apreciar e investigar todas as relações perto de mim e sabem uma coisa? em nenhuma delas encontrei grande alegria. É verdade que o amor reflecte alegria mas nunca ouvi falar de amor sem uma lágrima derramada.
Tudo o que começa acaba e o amor é quase que a explicação para esta frase. A amizade por exemplo para mim vale mais do que o amor. Pois o amor acaba seeeeeeeeempre por terminar. Surge sempre um imprevisto entre o amor e isso faz com que as relações acabem.
Na amizade, as coisas são diferentes. Bem diferentes.
Podemos dizer que existem amizades verdadeiras, agora amores verdadeiros? para mim, eu dizia que não..
É claro que no inicio das relações entre namorados existe sempre paixão. Mas é uma paixão que rapidamente acaba. Ou porque começam a descobrir que não gostam um do outro ou porque um dos membros se começa a fartar do outros pois se começa a tornar obsessão, etc.
Para mim, o amor é um momento de paixão finito. É mais sinónimo de dor do que de alegria.
Isto é o que eu acho..
percorro o meu caminho por cima das tuas pegadas
domingo, 27 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
explica-me então.
Durante tanto tempo estive à tua espera. Bem, tanto tempo, não é bem assim. Mas durante estes últimos tempos tu tens sido 'o meu mundo'. Como um autêntico parceiro. Trato-te como se já fizesses parte de mim, trato-te melhor do que muitas amigas que tenho à anos. Isso preocupa-me. Bastante. Mas mesmo assim não deixo de te tratar assim. Ultimamente tenho amuado bastante e tenho estado bastante deprimida. As pessoas perguntam-se se estou bem e às vezes respondo que estou deprimida mas nunca explico porquê. A única explicação possivel no meio do resto, és tu.
Eu ajudo-te sempre. E não digas que não. Dou-te sempre concelhos e apesar de não gostar de te ver com a outra, apoio-te sempre e faço-me sempre de muito animada. Como se isso me servisse para alguma coisa. No outro dia estava normal, nem estava muito deprimida. Estava a falar contigo. Sêca. Tal como tu és para mim. E reparas-te que se passava algo de mal antes mesmo de eu reparar. Quando me perguntas-te aquilo que já era esperado arrebatas-te-me completamente. Como se todos os pesadelos porque já passei e as más recordações se fizessem ouvir naquele momento. Fingi que estava tudo bem mas mesmo assim insistis-te, sêco. Mais uma vez. Irritas-te-me de tal maneira que te respondi mais de 3 vezes que não se passava nada. Percebes-te e aí foste mais calminho. Então, começei. Desabafei. Como nem eu própria percebia o que se passava comigo não te consegui explicar bem mas tentei ao máximo demonstrar que não me encontrava bem e que me devias tratar melhor. E qual foi a tua resposta? ris-te-te.. como se o que eu sentisse fosse uma piada, rídicula, estúpida, sem nexo.
Como queres que me sinta bem, que não seja sêca e que não amue como um bébé se quando falas comigo eu te apoio e tu ris-te com os meus problemas?
Eu ajudo-te sempre. E não digas que não. Dou-te sempre concelhos e apesar de não gostar de te ver com a outra, apoio-te sempre e faço-me sempre de muito animada. Como se isso me servisse para alguma coisa. No outro dia estava normal, nem estava muito deprimida. Estava a falar contigo. Sêca. Tal como tu és para mim. E reparas-te que se passava algo de mal antes mesmo de eu reparar. Quando me perguntas-te aquilo que já era esperado arrebatas-te-me completamente. Como se todos os pesadelos porque já passei e as más recordações se fizessem ouvir naquele momento. Fingi que estava tudo bem mas mesmo assim insistis-te, sêco. Mais uma vez. Irritas-te-me de tal maneira que te respondi mais de 3 vezes que não se passava nada. Percebes-te e aí foste mais calminho. Então, começei. Desabafei. Como nem eu própria percebia o que se passava comigo não te consegui explicar bem mas tentei ao máximo demonstrar que não me encontrava bem e que me devias tratar melhor. E qual foi a tua resposta? ris-te-te.. como se o que eu sentisse fosse uma piada, rídicula, estúpida, sem nexo.
Como queres que me sinta bem, que não seja sêca e que não amue como um bébé se quando falas comigo eu te apoio e tu ris-te com os meus problemas?
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
gostava de poder dizer: 'não derramo nem mais uma lágrima por ti meu animal, anormal, otário, nojento.' mas isso é impossivel, porque eu sei que no final de contas acabo sempre por ficar mal. por tua causa, só e exclusivamente por tua causa. sentes-te importante? afinal de contas és tu que tens a mania que tens as gajas ao pé de ti, és tu que achas que és o centro do mundo e és tu que dizes que deixas as raparigas à espera. agora que tens alguma que gosta realmente de ti, sentes-te importante?
domingo, 13 de dezembro de 2009
we tried we failed
nós tentamos e fracassamos
nós tentamos e fracassamos
mas o verdadeiro fracasso é deixar de tentar
nós tentamos e fracassamos
mas o verdadeiro fracasso é deixar de tentar
sábado, 12 de dezembro de 2009
tudo e nada
tenho um problema que às vezes pode até ser uma qualidade. consigo esconder bem o que sinto. daí que cada vez que te vejo a falar nela radiante, rio-me a apoio-te como se fosse o que eu quisesse que acontecesse. não desisti totalmente mas sinto-me tão em baixo que não tenho vontade de ir atrás de ti
vou, mas já com aquela falta de esperança porque de ti, já sei o que espero.
fico feliz por ti e por ela mas às vezes parece que a felicidade nunca chega até mim
tenho tido tanto azar nestas coisas. será que tenho um feitiço anti-amor lançado em mim?
todos os que gosto, não se interessam por mim e sei que tu não és excepção. agora apenas tenho de te esqueçer porque já te conheci o suficente para saber que não chego para ti.
espero que sejam muito felizes juntos (não espero, não. mas penso que tenho de deixar de ser egoista e por isso digo isso)
vou, mas já com aquela falta de esperança porque de ti, já sei o que espero.
fico feliz por ti e por ela mas às vezes parece que a felicidade nunca chega até mim
tenho tido tanto azar nestas coisas. será que tenho um feitiço anti-amor lançado em mim?
todos os que gosto, não se interessam por mim e sei que tu não és excepção. agora apenas tenho de te esqueçer porque já te conheci o suficente para saber que não chego para ti.
espero que sejam muito felizes juntos (não espero, não. mas penso que tenho de deixar de ser egoista e por isso digo isso)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
necessidade
Apetece-me tanto desistir. tanto tanto tanto tanto tanto tanto tanto tanto tanto.
Apetece-me chorar, berrar, chamar-te. Queria que o tempo parasse e que eu me teletransporta-se para onde estavas. No mundo inteiro apenas tu e eu estavamos livres. Aí dizia-te tudo. O que me vai na alma, o que sinto. Aquilo que neste momento está preso na garganta e não consegue sair. Mesmo que não quisesses ao menos beijava-te e sentia o sabor da tua boca. Mesmo que fosse o primeiro e o último beijo que te desse. Pode ser que te envolvesses e me pousasses as mãos na cintura pela primeira vez. Ou pode ser que me empurres para trás e que faças cara de nojo. Qualquer coisa servia.
Mas não. Como tu disses-te 'gosto de deixar as raparigas à espera'
Achas piada nao achas? pois olha que eu não. e como eu, outras tantas que andam atrás de ti.
Eu babo-me por ti, sorrio com qualquer coisa que digas e simplesmente, não páro de olhar para ti.
Pára de ser assim. Eu sei que já percebes-te mas depois dessa frase acho mesmo que me manténs na incerteza e não sabes como isso é. Porque a ti, ninguém te deixa à espera. Tens sempre. Reserva atrás de reserva.
preciso de ti será que não percebes? preciso de beijinhos, abraços. preciso de ser assediada e apreciada. preciso de saber que gostas de mim como eu gosto de ti e de sentir as tuas maos na minha cintura.
só preciso de ti, todo meu.
Apetece-me chorar, berrar, chamar-te. Queria que o tempo parasse e que eu me teletransporta-se para onde estavas. No mundo inteiro apenas tu e eu estavamos livres. Aí dizia-te tudo. O que me vai na alma, o que sinto. Aquilo que neste momento está preso na garganta e não consegue sair. Mesmo que não quisesses ao menos beijava-te e sentia o sabor da tua boca. Mesmo que fosse o primeiro e o último beijo que te desse. Pode ser que te envolvesses e me pousasses as mãos na cintura pela primeira vez. Ou pode ser que me empurres para trás e que faças cara de nojo. Qualquer coisa servia.
Mas não. Como tu disses-te 'gosto de deixar as raparigas à espera'
Achas piada nao achas? pois olha que eu não. e como eu, outras tantas que andam atrás de ti.
Eu babo-me por ti, sorrio com qualquer coisa que digas e simplesmente, não páro de olhar para ti.
Pára de ser assim. Eu sei que já percebes-te mas depois dessa frase acho mesmo que me manténs na incerteza e não sabes como isso é. Porque a ti, ninguém te deixa à espera. Tens sempre. Reserva atrás de reserva.
preciso de ti será que não percebes? preciso de beijinhos, abraços. preciso de ser assediada e apreciada. preciso de saber que gostas de mim como eu gosto de ti e de sentir as tuas maos na minha cintura.
só preciso de ti, todo meu.
tu e eu, apenas
Obrigada por a caminhada de hoje. Foi bom acompanhar-te e ouvir a tua voz. Só a tua voz. De mais ninguém. A tua. Sem vergonha. Sem estupidez. Só nós. Foi bom. Não foi o suficiente para me manter um sorriso na cara mas tu sabes. Eu não desisto. Esquece isso porque eu não desisto. Só a partir do dia em que disseres 'Não quero nada contigo'
De resto, eu tento sempre porque afinal de contas de todos os rapazes, és tu quem o meu coração escolheu e por isso tenho de lutar por ti.
Mais uma vez, este 'lutar' não tem sentido de cachorrinho, apenas vou fazer o possivel à minha maneira para te atrair. Apesar de saber as probabilidades de te conseguir para mim e apesar de saber que acima de tudo, hoje em dia, estou mal por tua causa.
De resto, eu tento sempre porque afinal de contas de todos os rapazes, és tu quem o meu coração escolheu e por isso tenho de lutar por ti.
Mais uma vez, este 'lutar' não tem sentido de cachorrinho, apenas vou fazer o possivel à minha maneira para te atrair. Apesar de saber as probabilidades de te conseguir para mim e apesar de saber que acima de tudo, hoje em dia, estou mal por tua causa.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
tu prestas mesmo atenção
Estava farta. Já não podia mais com aquela conversa. Tinha de sair dali. Tinha. Mesmo.
A determinada altura era tanto barulho, tanta conversa. Tanto tudo que já não conseguia diferenciar quem estava a falar para mim e quem não.
A minha cabeça começou a zumbir e não conseguia ouvir barulhos distintos. Eram como se fossem todos juntos.
Estava abafado, apertado, ambiente pesado. A música, os berros, o chão a tremer, as conversas aos gritos que se cruzavam paralelamente.
E o pior. Tu. Estavas lá. Não. Esse não é o problema. (Quem me dera que fosse esse o problema)
Não estavas sozinho. Estavas com ela. Sim! COM ELA.
Não se tinham beijado. Nem estavam colados. Apenas amigos. Não faltaria muito para começarem a entrar na marmelada.
Ainda não te tinha visto.
Até que começou a dar a tal música. Sim. Aquela que me mostras-te. Aquela que disses-te que era das tuas mais intimas. Aquela que disses-te para não mostrar a ninguém e confias-te em mim. SÓ EM MIM.
Parei e lembrei-me. Sorri. Sorri para o nada.
Olhei já com olhar vazio pois toda a noite procurara por ti e sinal? nada à vista
Mas agora estavas lá tu no meio. E estavas a olhar para mim. A sorrir.
Eu ainda não a tinha visto. Só a ti. Fiquei super feliz.
Até que ela se virou e falou para ti. Estavas lá ao longe.
Deste-lhe uma resposta rápida e olhas-te para mim outra vez.
Fiquei confusa e triste. Não sabia quem era.
Até que te soletrei as letras do nome dela e tu confirmas-te. Era ELA.
Não confirmas-te com muito ânimo o que me alegrou. Mas naquele momento nada me alegrava. NADA
nem a festa, nem a musica, nem as minhas amigas, nem mesmo tu.
Fiquei em estado choque em vez de sorrir como estavas à espera.
Afinal de contas, eu é que fui a vossa casamenteira e não estava a sorrir quando te via com ela? Estranho.
Quando saí do estado de transe, sorri.
Tão forçadamente que até tu viste. Eu sei que reparas-te.
Ainda ficas-te a olhar mas eu virei a cara. Ainda ia desatar a chorar e sinceramente não estava com vontade para arruinar a noite.
Senti os teus olhos pousados em mim mas não te voltei a olhar.
Passados poucos instantes avisei uma amiga minha de que ia dar uma volta.
No meio de tanto barulho, concordou sem sequer saber o que eu acabara de dizer ao certo.
Fui, saí.
Ar. Sentia-o a bater na minha cara mas não a entrar dentro de mim. Como se estivesse a ser sufocada.
Estive uns bons minutos lá fora sozinha. Era o que eu queria.
Não cheguei a chorar. Algumas lágrimas escaparam-se-me pela gélida face mas nada mais.
Senti uma mão no meu ombro. Antes de olhar, limpei a lágrima. Virei-me assustada.
Eras tu, mais uma vez.
Perguntei-te o que estavas ali a fazer e retribuius-te-me a pergunta antes sequer de responderes.
Respondi-te que já estava a ficar farta do ambiente, vim cá fora um bocadinho e voltei a questionar-te. Aí respondes-te. Disses-te que tinhas vindo com ela. Apenas te disse:
-pois, eu reparei. E então, como é que estão a correr as coisas entre voçês?
fingi um sorriso e apenas disses-te:
-não precisas de vir cá para fora só por causa de achares que eu gosto dela. Esquece, foi apenas uma coisa estupida que me passou pela cabeça.
Fiquei boquiaberta e por segundos não coonsegui dizer nada. Bolas, tu prestas mesmo atenção.
A determinada altura era tanto barulho, tanta conversa. Tanto tudo que já não conseguia diferenciar quem estava a falar para mim e quem não.
A minha cabeça começou a zumbir e não conseguia ouvir barulhos distintos. Eram como se fossem todos juntos.
Estava abafado, apertado, ambiente pesado. A música, os berros, o chão a tremer, as conversas aos gritos que se cruzavam paralelamente.
E o pior. Tu. Estavas lá. Não. Esse não é o problema. (Quem me dera que fosse esse o problema)
Não estavas sozinho. Estavas com ela. Sim! COM ELA.
Não se tinham beijado. Nem estavam colados. Apenas amigos. Não faltaria muito para começarem a entrar na marmelada.
Ainda não te tinha visto.
Até que começou a dar a tal música. Sim. Aquela que me mostras-te. Aquela que disses-te que era das tuas mais intimas. Aquela que disses-te para não mostrar a ninguém e confias-te em mim. SÓ EM MIM.
Parei e lembrei-me. Sorri. Sorri para o nada.
Olhei já com olhar vazio pois toda a noite procurara por ti e sinal? nada à vista
Mas agora estavas lá tu no meio. E estavas a olhar para mim. A sorrir.
Eu ainda não a tinha visto. Só a ti. Fiquei super feliz.
Até que ela se virou e falou para ti. Estavas lá ao longe.
Deste-lhe uma resposta rápida e olhas-te para mim outra vez.
Fiquei confusa e triste. Não sabia quem era.
Até que te soletrei as letras do nome dela e tu confirmas-te. Era ELA.
Não confirmas-te com muito ânimo o que me alegrou. Mas naquele momento nada me alegrava. NADA
nem a festa, nem a musica, nem as minhas amigas, nem mesmo tu.
Fiquei em estado choque em vez de sorrir como estavas à espera.
Afinal de contas, eu é que fui a vossa casamenteira e não estava a sorrir quando te via com ela? Estranho.
Quando saí do estado de transe, sorri.
Tão forçadamente que até tu viste. Eu sei que reparas-te.
Ainda ficas-te a olhar mas eu virei a cara. Ainda ia desatar a chorar e sinceramente não estava com vontade para arruinar a noite.
Senti os teus olhos pousados em mim mas não te voltei a olhar.
Passados poucos instantes avisei uma amiga minha de que ia dar uma volta.
No meio de tanto barulho, concordou sem sequer saber o que eu acabara de dizer ao certo.
Fui, saí.
Ar. Sentia-o a bater na minha cara mas não a entrar dentro de mim. Como se estivesse a ser sufocada.
Estive uns bons minutos lá fora sozinha. Era o que eu queria.
Não cheguei a chorar. Algumas lágrimas escaparam-se-me pela gélida face mas nada mais.
Senti uma mão no meu ombro. Antes de olhar, limpei a lágrima. Virei-me assustada.
Eras tu, mais uma vez.
Perguntei-te o que estavas ali a fazer e retribuius-te-me a pergunta antes sequer de responderes.
Respondi-te que já estava a ficar farta do ambiente, vim cá fora um bocadinho e voltei a questionar-te. Aí respondes-te. Disses-te que tinhas vindo com ela. Apenas te disse:
-pois, eu reparei. E então, como é que estão a correr as coisas entre voçês?
fingi um sorriso e apenas disses-te:
-não precisas de vir cá para fora só por causa de achares que eu gosto dela. Esquece, foi apenas uma coisa estupida que me passou pela cabeça.
Fiquei boquiaberta e por segundos não coonsegui dizer nada. Bolas, tu prestas mesmo atenção.
i (don't) know (if) i love you
Já sorri tanto por tua causa. Já chorei tanto à tua custa.
Dias sei que existe alguma coisa. Dias sei que não existe nada.
Dias penso que sim e dias penso que não.
Agora o que posso dizer? Não percebo nada do que se passa.
Sei que ainda gostas da outra apesar de já nao voltares atrás. Ou pelo menos, penso.
Sei que agora curtes uma. Não com uma. Mas sim, uma.
Sei que falas comigo.
Dias parece que andas em cima de mim e gostas de mim.
Dias parece que me achas uma chata e que estás farto
Hoje? hoje achava, mais que qualquer outro dia, que gostavas de mim. Não é gostar. É sentir aquela coisinha.
Ontem? ontem tinha a certeza que estavas farto.
ajuda-me! só tu tens a energia suficiente para fazer o meu coração re-bater.
quando dizes 'tu amas-me' apetece mesmo dizer: SIIIM
Dias sei que existe alguma coisa. Dias sei que não existe nada.
Dias penso que sim e dias penso que não.
Agora o que posso dizer? Não percebo nada do que se passa.
Sei que ainda gostas da outra apesar de já nao voltares atrás. Ou pelo menos, penso.
Sei que agora curtes uma. Não com uma. Mas sim, uma.
Sei que falas comigo.
Dias parece que andas em cima de mim e gostas de mim.
Dias parece que me achas uma chata e que estás farto
Hoje? hoje achava, mais que qualquer outro dia, que gostavas de mim. Não é gostar. É sentir aquela coisinha.
Ontem? ontem tinha a certeza que estavas farto.
ajuda-me! só tu tens a energia suficiente para fazer o meu coração re-bater.
quando dizes 'tu amas-me' apetece mesmo dizer: SIIIM
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